quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Poema: Catador de Papéis

Pelas ruas ele vive andando
Empurrando o seu velho carrinho
O papelão, papel sempre catando
É ouro jogados no caminho

Não tem chuva ou dia ruim
Enfrenta qualquer contratempo
As intempérias aguenta firme sim
Precisa ganhar o seu sustento.

Uma profissão que na verdade
Exige tanto e quase nada a ganhar
Mas tem muita força de vontade
Com um futuro melhor vive a sonhar.

São homens e mulheres que labutam
E juntos vieram para somar
Igual a tantos brasileiros que lutam
Esperando que um dia possa melhorar.

Carol Carolina




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